Como a música influencia nossa escrita

Olá, amores!
Quem já leu algum livrinho meu ou conhece pelo menos os títulos, deve saber que a música tem muita influência nas minhas histórias. Afinal, não é a toa que eu tenho um livro chamado Acampamento de Inverno para Músicos (nem tão) Talentosos. Tiete! também é um livro muito musical e Chinelo e Salto Alto tem uma quote de música na abertura de todos os capítulos. E, além disso, todos os meus livros tem uma playlist lá no Spotify.
Mas, mesmo assim, o link pode não parecer tão claro. E, obviamente, nossos processos criativos podem ser diferentes e você pode ter horror só de pensar em misturar música com literatura. Se for esse o caso, talvez essa coluna não seja para você. Porque hoje quero falar sobre como a música influencia meu processo de escrita e me ajuda a produzir melhor.




A música funciona basicamente de três formas principais para mim: 
a) Música como forma de inspiração quando estou bloqueada As playlists são para que os leitores possam imergir na história, é claro, ma…

Irlanda: Dublin Castle, em um relacionamento sério com o Spire e Quartaneja

Sabe aquele dia que você fez tanta coisa que depois de um tempo você fica na dúvida se realmente tudo aquilo aconteceu num dia só? Tirando minha aventura em Belfast (por link), esse dia foi assim!

Jardim do Dublin Castle. Essa parte e o pátio são de graça, apenas as dependências dentro do castelo
que é preciso comprar o ingresso. Lembro que ouvi ouvi alguma coisa que tinha um dia do mês que era de graça. 

Logo depois da aula, eu, Débora e Paulo resolvemos comer no Eddie Rockets City Diner, um restaurante muito cute-cute que tem em vários pontos da cidade. A comida é realmente maravilhosa e os lanches são imensos, mas o legal mesmo é a temática, que faz referência aos fast food americanos da década de 1960. Nosso plano nesse dia era ir no Dublin Castle, por isso comemos no Eddie Rockets que tem lá perto. 


clique nas imagens para ampliar.
Optamos por fazer o passeio completo no castelo e valeu realmente o preço. Muitas pessoas tinham falado que era muito pequeno e sem graça. Graças a Deus, não demos ouvidos. O Dublin Castle é bem grandinho e o passeio demorou cerca de uma hora. Visitamos vários salões, partes subterrâneas e a capela.  









Depois do Dublin Castle, me despedi da Débora e do Paulo que ficaram de jantar com a host family deles. Eu resolvi ficar pelo centro de Dublin esperando a Tani para ir na Quartaneja no restaurante brasileiro The One. Só que pra variar, dona Tani se atrasou. 

Eu acabei fazendo umas comprinhas na Penneys para matar o tempo, depois fui num Mc Donald's matar mais um pouco de tempo. Por fim, achei que era uma boa ideia esperar do lado de fora da lanchonete e quase fiz amizade com os mendigos. Cansada de ficar lá, fui para o Spire e rezando para minha bateria não acabar. E foi nesse momento que estabeleci um relacionamento sério com o Spire, acho que fiquei uma meia hora ou mais lá parada. Vi grupos e pessoas se encontrando, reconheci brazilians só pelo jeito de ser e fiquei desconfiada de um cara que ficava passando na minha frente toda hora.... Sem contar o frio, né?

Por fim, quando a Tani chegou fomos curtir um sertanejo. O que vamos convir que é bem irônico isso. Eu não sou de ouvir sertanejo aqui no Brasil e lá estava eu indo para uma QuartaNEJA em Dublin (hahaha). Encontramos nosso cantinho perto de umas máquinas de caça-níquel que tinha uma extensão com uma tomada vazia, o que era ótimo para o meu celular que toda hora morria.




Agora eu não lembro se fizemos o Gustavo encontrar a gente lá ou não. Mas foi divertido, ficamos secretamente dando em cima do Garçom que esnobou a gente na segunda vez que fomos (hahaha). 

No dia seguinte, eu não fiz nada de mais. Fui com a Tani no Apache, uma pizzaria, em Dundrum, e descobrimos que lá era Take-away e não tinha lugar para gente sentar e comer. Então, como duas homeless resolvemos sentar num lugar perto da estação do LUAS e ficamos tentando não deixar a caixa de pizza sair voando com o vento. 

O próximo post será sobre o meu passeio no Dublina, um museu viking, e a despedida da Débora e do Paulo em um dos pubs mais tradicionais do Temple Bar (e não é o pub Temple Bar haha).

Comentários

  1. Eu não devia ter aberto esse blog agora! Essas fotos de comida acabaram comigo hahahahahaha

    Quero muuuuito ver o museu viking. Amo amo amo.

    Beijos

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