Irlanda: tour vip no Leprechaun Museum

Por coincidência do destino, o post 200 do blog está sendo justamente esse, com o tema da Irlanda. Lindo, não é? Por outro lado - um lado não tão feliz -, estamos dando início a última semana do meu intercâmbio. Se eu não tivesse postergado tão as postagens sobre o intercâmbio aqui no blog, com certeza, estaria na dúvida do que passou mais rápido: viver esse um mês ou escrever sobre ele. Minha ideia é não esgotar nunca as possibilidades de poder falar sobre a Irlanda. Provavelmente, irei diminuir a quantidade de post por mês, mas a Irlanda já faz parte de mim - aliás, há muito tempo - de uma maneira que não posso ignorar.



Hoje vou contar para vocês como foi a minha última segunda-feira. Não lembro o que eu a Tani fizemos, mas lembro que chegamos para a última sessão no Leprechaun Museum. O moço da bilheteria foi simpático num nível máximo de simpatia que alguém pode ter. Acho que é um pré-requisito ser feliz e animado nesse museu, por sinal. 

Era uma segunda-feira, se não me engano, o tempo não estava lá muito bom. Enquanto a gente esperava a sessão começar, fomos na Forever 21 comprar uns gorros para mim. Eu só fui descobrir a felicidade de proteger as orelhas contra o frio na última semana. 



Bem, quando voltamos na hora certa para o ínico do tour, descobrimos que só tinha a gente. Ou seja, seria praticamente um tour particular. O melhor do tour, claro, tirando todo conhecimento adquirido sobre a representação do leprechaun no cinema, as lendas envolvidas e cenários temáticos, foi a nossa guia. MEU-DE-US. Ela era praticamente uma leprechaun e ela fazia uma vozinha de leprechaun também. Pior, ela tinha a incrível capacidade de aparecer do nada. 

O museu tem algumas partes interativas, como uma enorme sala onde todos os móveis são gigantes, para a gente ter uma experiência de como é ser um leprechaun. Nessas horas, a guia deixava a gente sozinha para "curtir" o momento. E do sempre do nada - DO-NA-DA - ela aparecia: "Hi guys!". 




Mas foi muito divertido, em relação ao staff ("pessoal"), esse museu foi de longe o melhor de toda Dublin. O cara da bilheteria perguntou da onde a gente era e citou todos os personagens do folclore brasileiro. No final do tour, a gente acaba numa lojinha, e o cara da bilheteria estava lá - acho que todos os funcionários tem algum poder mágico de aparecer do nada, sério! Ele deu para mim e para Tani um mini botton e e fez questão de tirar nossas fotos com os bonecos do museu.





Uma curiosidade interessante, que eu só fui aprender na Irlanda: eles não pronunciam /lepreXaun/, mas /lepreKaun/. 

Bem, foi assim que me graduei em Leprechaun freelancer. 

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