Bienal Internacional do Livro 2015 (Rio): dia 05

Como eu falei no snapchat (nina-novaes), hoje o posto ia sair atrasado. Ontem apesar de eu não ter feito quase nada, não consegui sentar e escrever o post. Eu estava precisando matar a saudade de um amigo e ficamos horas conversando. Enfim, hoje vou falar sobre a minha ida na bienal, no dia 05 de setembro.


Eu sai de casa coma  minha mãe e minha amiga, Dani Chan, mais dois livros do David Nicholls nas costas. Meu plano era "quem-sabe-talvez-se-der" pegar o autógrafo dele, mas acabei desistindo por diversos fatores.

#LeiaNacional 


A primeira que fomos fazer quando pisamos na Bienal foi procurar o estande da LER (Pavilhão Azul, F14), onde as 14 horas ia começar a sessão de autógrafos da Clara Savelli, nossa colunista das sexta-feiras e autora da "Mocassins & All Stars". Fico muito feliz de ver uma amiga crescendo tanto e não deixando de lutar pelos seus sonhos. Eu a pego como inspiração ao ver ela batalhar tanto por seu lugar ao sol.

Clara Savelli e Aimee Oliveira no estande da LER (Pavilhão Azul, F14)
No mesmo estande, eu tive, finalmente, a oportunidade de conhecer pessoalmente a Aimee Oliveira, autora de "Pela Janela Indiscreta", que assim como o livro da Clara Savelli, está na sua segunda edição, agora pela Editora Garcia Edizioni. 

Em parceria com a escritora Thati Machado, elas também estão lançando o livro "Papel, Caneta e Ação" que conta a história de três mulheres bem diferentes que acabam se cruzando na vida, cada autora foi responsável pela criação de uma das personagens. A capa é linda e estou apaixonada pelo marcador de página e botton que ganhei.



As autoras são uma fofura, muito atenciosas e com muito pique para tirar várias fotos, dar autógrafos e fazer dedicatórias imensas! Saiba mais como e quando encontrá-las na bienal acessando o evento que elas criaram no Facebook (clique aqui).

Sobre senhas e autores internacionais


Nisso, depois de ter recebido tanto amor, eu desisti de entrar numa fila imensa para pegar uma senha para depois entrar em outra fila para sessão de autógrafos do David Nicholls, autor cujos livros ainda não defini se realmente gosto. Para você que não acha o nome dele estranho, mas não sabe da onde ouviu, ele é o escritor de "Um dia" que baseou o filme homônimo estrelado pela (maravilhosa) Anne Hathaway. 

Nesse mesmo dia, também aconteceu de manhã, a sessão de autógrafos da Julia Quinn, autora de "Duque e Eu" e outros livros de ficção histórica. E pelo que ouvi falar, ela também esteve em um evento na Livraria Travessa ontem, domingo (06), e também esteve em São Paulo.

Como eu estou muito ansiosa, animada e cheia de expectativas com a sessão de autógrafos da Sophie Kinsella (12 de setembro) fui procurar saber se realmente o pessoal estava se matando por um autógrafo e estão! Então, se você quer realmente um autógrafo do seu escritor favorito, dou duas dicas imprescindíveis (e mesmo assim, elas podem não ser suficientes): chegue com antecedência (MESMO) e corra! (corra sem medo de ser feliz ou de passar vergonha, isso pode fazer a diferença!).

Ponte que liga o Pavilhão Laranja e Azul. 

Fazendo comprinhas na Bienal 


E como eu estava com a minha mãe, e era a primeira vez dela numa bienal do livro, eu não quis assustar ela. Então, fui bem focada no que queria, entrei em poucos estandes, vi o que me interessava e saia.

Estande da Comix. Eu resisti na fila para entrar, mas pedi para sair na fila para pagar (rs).
O meu ponto alto da bienal no sábado foi descobrir a promoção da Editora Record (que publica os livros da Sophie Kinsella em português). Eu não sei se cheguei a comentar aqui no blog, mas eu tinha um vaga esperança de que eles fizesse alguma promoção, já que pela minha experiência, eles sempre davam algum tipo de desconto, normalmente associado a quantidade de livros que você comprasse (Exemplo: 2 livros 10%, 3 livros 20%, ...). Então, eu não comprei num livro dos lançamentos da Sophie Kinsella, apostando dessa esperança. 

Pois bem, chegando lá TODOS OS LIVROS (não apenas da S. K., então, se tem algum livro que você gosta da Editora Record, corre pra lá!) estavam com 20% de desconto, ou seja, a edição de luxo da "Becky Bloom em Hollywood" estava por 55 reais, sendo que na semana anterior, eu tinha ido na Saraiva e estava 70 reais!

Eu fiz a louca, peguei todos os livros que eu ainda não tinha dela e que estavam vendendo lá, comprei: "Becky Bloom em Hollywood" (edição de luxo), "À procura de Audrey", "Drinques para três" (assinado como Madeleine Wickham) e "Samantha Sweet, executiva do lar" (versão pocket que pretendo fazer um sorteio ou um concurso aqui no blog). E por ter comprado mais de 3 livros, eu ainda ganhei 10% de desconto no valor total.


Agora, eu tenho quase todos os livros da Sophie Kinsella publicados pela Editora Record, só não tenho o "Wedding Night" (mas tenho a versã em inglês) e não tenho "Quem vai dormir com quem?", que eu não encontrei lá. Claro, ainda vão faltar quatro livros, também da época em que ela publicava como Madeleine Wickham que só tem versões em inglês. Aí sim, terei a coleção completa de livros dela!

Mas no geral, tirando os autores independentes e de editoras menores que todos devemos apoiar (inclusive financeiramente, comprando os livros deles. Claro, se for de nosso interesse.), a Bienal não se trata de um grande queima de estoque das editoras. Então, os preços praticados nos estandes, normalmente, não são o preço mais barato do mercado. No último post da Coluna da Clara, ela fala um pouco sobre isso: pesquise os preços dos livros que você quer comprar na internet antes de ir para Bienal. O que acontece é que normalmente você irá opções, em alguns casos, 50% mais barata na internet do que na Bienal e ainda terá a comodidade de receber em casa. 

Na próxima segunda-feira, irei fazer um segundo post sobre a Bienal, vou falar do encontro com a Sophie Kinsella (torçam por mim!) e sobre o "hype" (comoção) que a Bienal gera em todos os amantes de livros.

Comentários

  1. Eu vi as fotos dos bottons lá no seu Instagram, são todos lindos!
    Ultimamente tenho pensado na Bienal como um grande lugar de concentração do capitalismo, mas é só porque estou chateada de não ter podido ir. Eu teria uma lista enorme de autores nacionais e independentes para conhecer e comprar os livros.
    Que bom que você conseguiu seus livros e com desconto, que é a melhor parte. Torço para que consiga seus autógrafos e virei aqui ler como foi. Boa sorte!
    Abraços.

    <a href="http://minhassimpressoes.blogspot.com.br/2015/09/da-boca-pra-yohana-sanfer.html?m=0

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    1. Concordo com você! As vezes achamos que as editoras estão sendo muito legais em nos dar um marcador de página ou um desconto de 10%, mas na realidade o que eles querem é que a gente compre os livros deles a qualquer custo! Eles usam de toda a simbologia da Bienal e da comoção gerada pelo evento nas pessoas para nos fazer comprar tudo sem nem ao menos pesquisar. Para mim, a bienal não devia ser só uma "exposição" onde você tem que pagar o preço que eles te impõem, mas um "evento promocional" no sentido de ser mais barato e acessível a todos!
      Pode deixar que vou falar como foi ;)
      beijos

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