Como a música influencia nossa escrita

Olá, amores!
Quem já leu algum livrinho meu ou conhece pelo menos os títulos, deve saber que a música tem muita influência nas minhas histórias. Afinal, não é a toa que eu tenho um livro chamado Acampamento de Inverno para Músicos (nem tão) Talentosos. Tiete! também é um livro muito musical e Chinelo e Salto Alto tem uma quote de música na abertura de todos os capítulos. E, além disso, todos os meus livros tem uma playlist lá no Spotify.
Mas, mesmo assim, o link pode não parecer tão claro. E, obviamente, nossos processos criativos podem ser diferentes e você pode ter horror só de pensar em misturar música com literatura. Se for esse o caso, talvez essa coluna não seja para você. Porque hoje quero falar sobre como a música influencia meu processo de escrita e me ajuda a produzir melhor.




A música funciona basicamente de três formas principais para mim: 
a) Música como forma de inspiração quando estou bloqueada As playlists são para que os leitores possam imergir na história, é claro, ma…

Resenha: Becky Bloom em Hollywood (Spoiler Free/Sem Spoiler)

Em ritmo de mês das mulheres, e já que não faço uma resenha de livro a eras... Hoje tem resenha do livro "Becky Bloom em Hollywood"!
(Do you know you can translate my blog? Scroll down to footer. There's a translate option from Google!)



Acho que todo mundo que acompanha o Psicose, pelo menos desde o ano passado, sabe que sou apaixonada pela autora Sophie Kinsella. Para quem não conhece (How dare you!), ela é uma famosa autora inglesa de romances de chick-lit. Há algumas semanas, eu fiz a resenha do primeiro YA (Young Adult) escrito por ela.


Quando eu comecei a ler "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom" e fui descobrindo que se tratava de uma série, eu nunca (nunca!) cheguei a imaginar que essa série teria sete livros (na realidade, oito com o livro "Shopaholic to the rescue", que ainda não foi traduzido para o português)! Toda vez que pegava o próximo livro, eu ficava pensando como poderia ter tanto assunto sobre uma compradora compulsiva. 


Essa foto foi comentada pela autora no meu insta! Quase morri!
Aos pouco você descobre que a história não é apenas sobre compras, mas sobre a Becky. Ela é mais do que sua compulsão por lojas, roupas e sapatos. Claro, isso atrapalha em muito a vida dela e é um reflexo da sua personalidade. Cada livro nos faz entrar mais a fundo nesse universo da Becky, nas suas relações com os amigos, família e carreira. E é disso que a série trata, desse universo.

Nesse sétimo livro, nossa shopaholic favorita vai para Hollywood, como o título já indica. Dessa vez, Luke (seu marido) irá assessorar por um tempo uma estrela famosa. Becky fica deslumbrada com o novo estilo de vida que pode levar e começa procurar um emprego, eis que surge em sua cabeça maluquinha ser personal shopper de celebridades. Nisso, sua amiga Suze vem da Inglaterra com o seu marido e filhos para tentar fugir das tensões que estavam vivendo lá com a família do marido. E você acha que é só isso? O pai da Becky ainda começa com uma história de ter que resolver algumas pendências com um velho amigo. Sem contar a aparição de uma velha personagem! 

Eu fiquei muito irritada no começo, porque parecia que a história não ia chegar a lugar nenhum! É muita coisa, muitas histórias e problemas acontecendo ao mesmo tempo. Afinal, Becky é um imã para essas coisas, né?


Só falo que não espere que todos os problemas se resolvam no final, pelo contrário, o maior de todos você só irá descobrir no "Shopaholic to the rescue", que Deus sabe quando será traduzido e a versão em inglês está uma fortuna! 

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