Deixa as pessoas: preconceito com gênero literário?

Hoje a coluna é pra ser curta e grossa, como a resposta que todos nós precisamos dar para qualquer um que começar a bostejar qualquer tipo de preconceito do nosso lado. Hoje vamos falar de preconceito com gêneros literários e a necessidade que certas pessoas sentem de denigrir um gênero em favor de outro ou de categorizar todo um gênero como algo completamente sem prestígio e sem valor.
No final do ano passado, a internet foi tomada por debates sobre esse assunto depois que um post ridículo de um ser humano que falava basicamente o que comentei no parágrafo aí de cima. Essa não foi a primeira vez que uma discussão do gênero assolou as redes sociais e, com certeza, também não será a última. O preconceito literário existe e está sendo difundido por aí. É nossa obrigação como leitores e escritores lutar contra ele.
"Mas, Clara, o que é preconceito literário?"
Se você vive embaixo de uma pedrinha e não teve o desprazer de ver ninguém comentando nada nocivo sobre livro nenhum, t…

Snapchat: new frontier para blogueiros literarios

Eu não posso ser considerada uma snapper da velha guarda. Época em que o snap era visto com maus olhos, como um local destinado para "furmicação". Eu também não sou nenhuma social media, ou mesmo estudo isso como socióloga (até poderia, né?). A questão é que o snap é uma ferramenta muito interessante, não só para diversão, mas como divulgação de conteúdo.


Eu sei que muitos blogueiros preferem escrever ~ comparando com vlogs, eu também prefiro escrever. Mas a questão que quero trazer aqui é que assim como outras redes sociais, o snap também pode ser uma ótima forma de trocar ideias ~ sabe, são complementares. 


Assim como os vlogs têm a sua vantagem das pessoas não precisarem ler, no snap você é "obrigado" a fazer conteúdos mais diretos e objetivos. E hoje em dia, as pessoas ficam mais tempo no celular do que no computador, o que torna o snapchat uma ótima ferramenta para falar sobre o que você gosta de forma mais informal e divertida ~ e mais uma vez, direta.


Como sempre, vou abordar a utilização dessa rede social pelo ponto de vista do universo literário ~ porque sou dessas que só vê livro pela frente. Por exemplo, algumas editoras, como a Intrínseca, estão fazendo um ótimo trabalho. Eles criaram uma espécie de programação onde eles mesclam mostrando os bastidores da editora e mini shows sobre os livros. E não são só as editoras estão embarcando nessa, cada vez mais vejo os usuário dessa rede compartilhando seus vídeos e fotos de filmes, séries, exposições e livros.  

Eu, atualmente, estou apaixonada por uma ideia que vi no snapchat da Frini (frinigeorga), os snapbooks. A ideia é compartilhar qualquer coisa sobre livros, seja micro-resenhas ou apenas apresentar livros que você pretende ler. Achei uma forma maravilhosa de fazer resenhas e compartilhar ideias. Como eu disse, eu não acho que uma rede social é capaz de substituir o papel da outra, cada uma tem um objetivo e um público. Mas blogueiros ~ do meu Brasil ~, o snapchat é uma ótima aposta para divulgar o seu blog e você ~ mesmo, tu, yourself.  

Para quem ainda tem preconceito com o snapchat, só digo que você estão perdendo uma oportunidade incrível e divertida de compartilhar e conhecer novas coisas ~ ou livros. É só seguir as pessoas certas ~ como tudo na vida.

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