Como a música influencia nossa escrita

Olá, amores!
Quem já leu algum livrinho meu ou conhece pelo menos os títulos, deve saber que a música tem muita influência nas minhas histórias. Afinal, não é a toa que eu tenho um livro chamado Acampamento de Inverno para Músicos (nem tão) Talentosos. Tiete! também é um livro muito musical e Chinelo e Salto Alto tem uma quote de música na abertura de todos os capítulos. E, além disso, todos os meus livros tem uma playlist lá no Spotify.
Mas, mesmo assim, o link pode não parecer tão claro. E, obviamente, nossos processos criativos podem ser diferentes e você pode ter horror só de pensar em misturar música com literatura. Se for esse o caso, talvez essa coluna não seja para você. Porque hoje quero falar sobre como a música influencia meu processo de escrita e me ajuda a produzir melhor.




A música funciona basicamente de três formas principais para mim: 
a) Música como forma de inspiração quando estou bloqueada As playlists são para que os leitores possam imergir na história, é claro, ma…

Clube do Livro Saraiva RJ

Hoje vou falar um pouco desse projeto maravilhoso da Frini que completa 7 anos. Todo mês, ela reuni dezenas de amantes da literatura numa Saraiva aqui do Rio de Janeiro para debater sobre um tema ou um livro. No mês passada - primeiro encontro que eu fui -, o tema foi feminismo na literatura e foi demais!


A proposta do Clube não era se adentrar profundamente em termos técnicos ou militantes sobre o feminismo. A Frini em si compartilhou bastante de como se enxergou feminista, ou seja, experiências pessoais de como ela percebeu que muita das práticas ditas "feministas", ela já fazia, mas por ter uma visão errada "do que é" uma feminista, ela demorou um tempo para se enxergar como. E pela reação do pessoal do Clube - eu me incluo nisso -, a maioria também passou por isso.


Entre compartilhamentos de histórias de livros e reais, debatendo o assunto sobre diferentes perspectivas, chegamos a conclusão de que feminismo se trata de ser livre para fazer escolhas - e coloco um adendo, ter essas escolhas respeitadas!


Dos livros apresentados pela Frini, eu tive o prazer de ser sorteada para ganhar o "Eu sou Malala" que conta a história de uma menina que teve lutar pelo direito de poder estudar. Sempre quis ler sobre a história dela e, finalmente, vou ter essa oportunidade. Outro livro que me interessou bastante é o "O que sei de verdade" da Oprah Winfrey. Eu queria conhecer mais sobre a vida e ideias dessa mulher que construiu um império. 

Também foram abordados os livros: Capitolina, Vamos Juntas?, Mulheres, entre outras obras que floresceram na primavera feminista. 

O Clube também promove um projeto de livro itinerante. Fiquei muito feliz de ter sido escolhida para trazer o livro "Passarinha" da Kathryn Erskine para casa. Ele está inclusive autografado pela autora, o que torna a experiência mais legal ainda!

A Frini tem uma presença inigualável - que eu tive o prazer de conhecer na mediação do bate-papo com  Sophie Kinsella na última bienal do Rio - e estou ansiosa para a próxima edição que será comemorativa dos 7 anos do Clube. 

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