Um milhão de mundos com você - Claudia Gray

Oláááá!

Cheguei com a resenha do terceiro volume da série Firebird, enviada com muito amor pela Harper Collins! Se você ainda leu as resenhas dos dois primeiros livros, corre lá! Vai ser melhor para entender essa resenha se você já tiver uma ideia melhor da série. Clica aqui para ler a do primeiro livro e aqui para ler a do segundo.



Eu vou tentar fazer a resenha com muito cuidado com os spoilers mas, se você for MUITO SENSÍVEL a spoilers e não tiver lido o livro, recomendo que você não leia essa resenha toda. A maior parte dos possíveis spoilers vai ser sobre os livros anteriores, porque é meio difícil de explicar o que acontece nesse livro sem falar dos anteriores.

Vamos lá, então?




Já comecei o livro nervosa! Tudo bem que o ship do livro não era o ship que eu comecei shippando, mas agora que eles estavam praticamente juntos, eu não queria que nada mais acontecesse. SÓ QUE O QUE ACONTECE É EXATAMENTE O CONTRÁRIO (desculpa o CAPS, é o desespero). Depois de toda confusão do livro anterior, Paul está ainda mais fechado e distante. Como é que o casal vai ficar junto dessa maneira? Paul ainda está se recuperando do fato de ter estado fragmentado e tem medo do que pode causar às pessoas que ama, especialmente Marguerite.

O inimigo - é claro - mudou de estratégia depois que Marguerite destruiu a estratégia anterior. Agora eles querem destruir a versão da Marguerite em todas as dimensões, para que ela não consiga salvá-las e para que haja, realmente, um colapso entre todos os multiuniversos.




Não dá tempo de parar para respirar nesse desfecho. O que eu senti dos livros anteriores serem um pouquinho arrastados não aconteceu em Um Milhão de Mundos Com Você. Talvez porque, nesse volume, a autora não tenha perdido muito tempo contextualizando novos mundos. O foco foi levar os personagens para mundos que já apareceram.

Eu me senti plenamente satisfeita com o final, que fechou todas as pontas soltas e me explicou tudo que eu estava desesperada para saber. O tema do livro é, claro, muito complexo e conseguir fechar a história toda bonitinha assim foi realmente uma obra de arte da Claudia Gray.

SOCORRO, A DIAGRAMAÇÃO É MUITO LINDAAAA!

Obrigada, Harper Collins, por me apresentar a história da Marguerite! E eu até perdoo vocês por terem me feito shippar o casal errado, rs. Pelo que eu conversei com outros leitores e li nas resenhas por aí, eu fui a única! hahaha. Realmente, depois que Paul e Marguerite engatam, é difícil não shippá-los, mas, também é difícil convencer meu coração de que ela não deveria ficar com o Théo, rs!

Espero que vocês tenham gostado! Em breve resenhas dos livros recebidos da Harlequim! Clica aqui para ver o vídeo onde eu mostrei tudinho que eles mandaram!

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